sexta-feira, 4 de julho de 2008

AS FORÇAS DE PORTER (CONTINUA)

EXEMPLOS
Para ilustrar as características dessas forças temos por exemplo:
* No setor de alimentos, os compradores rpresentados pelas cadeias de auto-serviço e grandes distribuidores, por sua proximidade com omercado consumidor, vêm continuamente arrochando as margens e os lucros dos fabricantes, devido ao seu grade poder de barganha, desenvolvendo inclusive marcas próprias e permitindo o surgimento de novos entrantes.
* Na siderurgia, a principal força competitiva é representada pelos materiais substitutos com plástico e alumínio.
* Entre as montadoras brasileiras, as organizações instaladas há mais tempo no país sofrem com a instalação de concorrentes europeurs e asiáticos, que concorrem com uma grande diferenciação ou buscam um custo inferior.
Fonte: Planejamento Estratégico - Chiavenato

quinta-feira, 3 de julho de 2008

AS FORÇAS COMPETITIVAS DE PORTER A figura acima mostra as cinco forças competitivas do modelo criado por Porter, considerando a rivalidade entre concorrentes e a ameaça representada por novos entrantes, pela possibilidade de emergência de produtos substitutos e pelo poder de barganha ou de fornecedores ou de compradores. Este modelo amplia a base analítica setorial, á medida que essas forças mostram que a concorrência em um setor envolve todas as organizações do mesmo. Fornecedores, compradores, entrantes potenciais, sem falar nos concorrentes, são todos rivais entre si pela margem potencialmente a ser gerada pelo setor.
*** Esta é mais uma ferramenta que nos auxilia na gestão do conhecimento e planejamento estratégico e é fundamental para o sucesso organizacional. Ela se baseia profundamente no diagnóstico estratégico externo que pode ser feito no macroambiente ou no setor de negócios específico da organização.

Fonte: Planejamento Estratégico - Chiavenato

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Gerenciamento de Empreendimentos na Construção Civil: Modelo para Planejamento Estratégico da Produção de Edifícios

Este trabalho descreve modelo para planejamento operacional de edifícios, estruturado para analisar estratégias de produção. É concebido para operar com cenário de poucas variáveis, levando em conta as principais características do empreendimento e alguns de seus parâmetros de produção. Através do modelo podem ser geradas informações que permitem avaliar o impacto destas estratégias no resultado do empreendimento, e no da empresa como um todo.

O modelo baseia-se nas características comuns que existem entre as obras de edificações e nas particularidades de seu processo de produção, possibilitando que se introduzam simplificações nas atividades e variáveis a serem representadas, viabilizando-se, a partir daí, o uso de redes lógicas e de aplicativos abertos no processo de modelagem.

http://publicacoes.pcc.usp.br/BTs_Petreche/BT173-%20Assump%C3%A7%C3%A3o.pdf

terça-feira, 17 de junho de 2008

"PEN: Passo a passo..."

Como fazer o Planejamento Estratégico do Negócio do seu Plano de Negócios???

http://www.planodenegocios.com.br/dinamica_artigo.asp?tipo_tabela=artigo&id=27

PENSANDO E AGINDO ESTRATEGICAMENTE: NOVOS DESAFIOS PARA A ANÁLISE ESTRATÉGICA

http://www.rae.br/artigos/3562.pdf



Este artigo estabelece uma postura crítica e analítica em relação às abordagens baseadas em microatividades para se entender a estratégia.

Argumenta-se que tais abordagens trazem desafios teóricos e empíricos importantes. Argumenta-se também contra a tendência ao reducionismo, sem igual ênfase nas influências contextuais que configuram a estratégia em um nível micro.

Finalmente, o artigo defende uma abordagem mais internacional e comparativa para os estudos da estratégia em um nível micro.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Cenários e Análise Estratégica: Questões Mercadológicas

http://www.espacoacademico.com.br/059/59toni.htm


O artigo que se segue foi extraído da Revista Espaço Acadêmico - Abril/2006 e trata dos problemas envolvidos na elaboração de cenários e definição de estratégias como etapas do processo de planejamento estratégico. O autor, Jackson de Toni, traz, na primeira parte (“Como fazer cenários?”) os principais problemas teóricos envolvidos na definição de cenários futuros e sugere um conjunto de procedimentos metodológicos para sua elaboração. Na segunda parte (“A construção das estratégias de viabilidade do plano”) aborda o tema do desenho de estratégias, isto é, trata dos problemas da viabilidade das ações planejadas, do relacionamento com outros atores sociais e das questões relativas ao uso do poder no processo de planejamento.

No artigo o autor define os diferentes domínios da viabilidade estratégica, sendo: viabilidade política, econômica, técnica e organizacional - estas “viabilidades situacionais” conformam um conjunto de “testes” independentes pelos quais deve passar o plano elaborado. Cada uma delas tem implicações sobre as demais, entretanto a existência isolada de uma delas não compensa a ausência de outras.

A Importância da Missão e da Visão dentro da organização

http://www.administradores.com.br/artigos/a_importancia_da_missao_e_visao_dentro_da_organizacao/21444/

O artigo proposto de autoria de Carlos Eduardo da Costa - de 29/02/2008, mostra a importância do estabelecimento da missão e da visão da organização, de forma a contextualizar e complementar o estudado/ discutido nas aulas de planejamento estratégico. Nos mostra também como essas metas podem ajudar os funcionários a seguir o melhor caminho dentro da organização.